• Redação

Esquema de segurança de Lula conta com 35 policiais federais



O comando da campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu, por ora, não reforçar a segurança do presidenciável após o assassinato do militante petista Marcelo Arruda, morto baleado em Foz do Iguaçu, neste sábado (9).


A decisão se deve ao fato de que a segurança de Lula já havia sido intensificada na quinta-feira (7), antes de seu comício no Rio de Janeiro.


Segundo informações do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, foram adicionados 27 policiais federais à equipe de oito que já atuava na proteção do ex-presidente.


Além dos 35 agentes, a segurança de Lula também conta com equipamentos como carros blindados e coletes à prova de balas.


De acordo com um integrante da campanha do ex-presidente, o homicídio de Arruda não deve fazer com que Lula deixe de “interagir com a população, de abraçar as pessoas”.


O responsável por coordenar o esquema de proteção do petista é o delegado Andrei Rodrigues, que também liderou a segurança da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2010.


Rodrigues ainda atuou como secretário extraordinário de Segurança de Grandes Eventos, responsável pela Copa do Mundo em 2014 e pelos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.


Marcelo Arruda morreu durante a comemoração de seu aniversário de 50 anos, em Foz do Iguaçu, no Paraná.


As investigações apontam que o crime teria sido motivado por intolerância política, visto que o atirador, o agente penitenciário federal Jorge José da Rocha Guaranho, é apoiador de Bolsonaro.


Por intermédio de suas redes sociais, o chefe do Executivo deixou claro que “dispensa qualquer tipo de apoio de quem pratica violência contra opositores”.


*Pleno News


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