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  • Redação

Detalhes sobre morte do ex-cantor do Água Cristalina são revelados


Manaus/AM - O relatório da Polícia Civil com os detalhes sobre o desaparecimento do cantor Armando Lessa, de 26 anos, ex-cantor do Água Cristalina, consta que os suspeitos teriam colocado o jovem de joelhos e o executado na parte de trás do barco que tinha como destino São Gabriel da Cachoeira.


A polícia trata o caso como homicídio, mesmo o corpo de Armando não tendo sido encontrado até então. O cantor desapareceu no dia 27 de agosto, quando viajava a trabalho. No dia 30 de agosto, Charlys dos Anjos Bezerra e Mario Barros de Assunção, foram presos suspeitos de envolvimento na morte e desaparecimento do cantor.


Segundo o depoimento, que o Portal do Holanda teve acesso, Mario revelou que ele e Charlys estavam indo trabalhar em São Gabriel da Cachoeira no mesmo festival em que Armando também trabalharia. A embarcação havia sido fretada pelo pai de Lessa, Rildo Lessa.


Mario e Charlys começaram a consumir bebidas alcoolicas logo após a lancha partir do porto do São Raimundo, em Manaus, na tarde do dia 26. Durante a madrugada do dia 27, enquanto Mario, Charlys e outra pessoa estavam bebendo nos fundos da embarcação, Armando teria ido até a área e se aproximado da porta. 


Mario contou ainda que nesse momento Charlys fez uma pergunta a Armando, que não conseguiu ouvir, e em seguida tomou o celular da mão da vítima enquanto gritava: "fala a verdade, fala a verdade". E que ele passou a acusar Armando de roubo ao mesmo tempo que pedia para Mario checar no celular de Armando para saber se ele era "filho de quem ele tava falando".


"Charlys colocou Amando ajoelhado e lhe apontou o revólver", contou o suspeito, afirmando que assim que saiu para olhar o celular da vítima com outra pessoa ouviu o disparo da arma.


Em outro trecho do depoimento, Mario contou que Charlys o mandou jogar o corpo de Armando no rio, mas que ele se negou. "Este [Mario] respondeu que não o faria, que tem problema no joelho esquerdo e não conseguia carregar peso, razão pela qual o próprio Charlys jogou o corpo de Armando na água".


O relatório aponta que testemunhas viram os suspeitos limpando o local, onde Armando teria sido executado. Mas não ouviram o barulho do disparo da arma. Algumas pessoas (especifica) ouviram gritos vindos do local naquela madrugada. Todos relatam terem vistos Charlys muito embriagado.


O inquérito da Polícia Civil foi enviado ao Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) o caso continua em investigação.


*Holanda

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