• Redação

David Almeida acabou com a própria imagem em menos de 20 dias a frente da prefeitura



Por Moisés Dutra - David Almeida é o retrato da degradação moral. Em menosnde um mês, o prefeito eleito de Manaus pelo AVANTE, conseguiu reduzir a pó sua imagem de político honesto, cristão e defensor da moral e dos bons costumes.


Com um comportamento e atitudes completamente diferentes do David candidato, o homem que já está ficando conhecido em Manaus como "O REI DAVID", tornou-se um David prepotente, perseguidor e mentiroso. A única coisa que David fez até o presente momento, foi beneficiar de forma descarada apoiadores e a própria família. A prefeitura virou cabide de emprego do amigos e familiares de David. Manaus que já sofre com a pior crise de saúde pública da sua história, tem que dividir o triste cenário com os suscetíveis escândalos de suspeita de favorecimento a pessoas que não são do grupo de risco a vacinação, nomeações imorais e a desconfiança de entidades sérias e do próprio governo federal, quando o presidente Bolsonaro terceu duras críticas a postura da administração pública na capital e Estado.


David mentiu, quando tentou jogar sua responsabilidade ao seu secretário por nomear ex-vereadores, como Elias Emanuel, que utilizou suas redes sociais para desmentir David e dizer que foi ele mesmo que o convidou para participar de sua administração. O prefeito viu a revolta da população com atitudes que vão na contra mão dos interesses da população manauara e recuou.


O escândalo da nomeação de nomes como Platiny Soares, Ex-deputado do grupo de José Melo, ex-governador cassado. Reizo Castelo Branco, Carlos Portta, entre outros. Nepotismo trocado também foi pauta nos escândalos protagonizados por David na última semana.


David já mostrou para o que veio, em menos de vinte dias conseguiu acabar com a própria imagem e não parece estar muito preocupado com a opinião pública, já que não dá a mínima e não demitiu Platiny, não se manifestou quanto a nomeação do sobrinho Derick Almeida na CMM com salário de R$ 15.000,00. Pelo visto, Manaus amargará mais quatro anos de arrependimento por mais uma escolha errada.

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