• Redação

Chefão da Fiat confirma sucessor do Uno; compacto deve virar mini-SUV



Fora de linha no Brasil desde o fim do ano passado, o Fiat Uno poderá voltar a ser produzido, em uma nova geração e bastante diferente do hatch que marcou época em nosso País.


Sem dar muitos detalhes, Olivier François, CEO global da Fiat, confirmou que a montadora italiana já trabalha em um produto que terá a missão de ocupar o espaço já ocupado pelo Uno e, depois dele, pelo Punto - já descontinuado aqui e também no mercado europeu.


Hoje, a Fiat comercializa na Europa o Panda, um subcompacto acessível, e o premium 500e, totalmente elétrico e muito mais caro.


Com exceção da pequenina dupla, que integra o Segmento A, de carros urbanos, a companhia hoje não tem representantes no Segmento B, de hatches com porte ligeiramente maior e igualmente focados no custo-benefício. No Brasil, a empresa tem o Mobi e o Argo como modelos de entrada.


O executvo fez a revelação sobre o possível renascimento do Uno (ou do Punto) em entrevista publicada na semana passada pelo site português Razão Automóvel.


"Vamos ter um Segmento B, temos de voltar para lá. não tínhamos uma plataforma, mas agora temos. Para produzir uma pick-up, por exemplo, não são necessárias sinergias, porque apesar do investimento ser grande, há também grandes margens.


O chefão da Fiat complementou, dizendo que a empresa deixou momentaneamente a categoria de compactos na Europa devido ao elevado custo para desenvolver novos modelos - problema que foi solucionado com a criação da Stellantis, que uniu em um só grupo a antiga Fiat Chrysler com a PSA, formada por Peugeot, Citroën e Opel.


"Num carro pequeno, temos de dividir o custo entre três ou quatro marcas. Com a Stellantis isso é muito fácil. Vai haver um Segmento B porque agora temos uma caixa de ferramentas onde ir buscar material e sinergias", complementou.


Hoje, a Fiat comercializa na Europa o Panda, um subcompacto acessível, e o premium 500e, totalmente elétrico e muito mais caro. Com exceção da pequenina dupla, que integra o Segmento A, de carros urbanos, a companhia hoje não tem representantes no Segmento B, de hatches com porte ligeiramente maior e igualmente focados no custo-benefício. No Brasil, a empresa tem o Mobi e o Argo como modelos de entrada.

O executvo fez a revelação sobre o possível renascimento do Uno (ou do Punto) em entrevista publicada na semana passada pelo site português Razão Automóvel.

"Vamos ter um Segmento B, temos de voltar para lá. não tínhamos uma plataforma, mas agora temos. Para produzir uma pick-up, por exemplo, não são necessárias sinergias, porque apesar do investimento ser grande, há também grandes margens.


O chefão da Fiat complementou, dizendo que a empresa deixou momentaneamente a categoria de compactos na Europa devido ao elevado custo para desenvolver novos modelos - problema que foi solucionado com a criação da Stellantis, que uniu em um só grupo a antiga Fiat Chrysler com a PSA, formada por Peugeot, Citroën e Opel.


"Num carro pequeno, temos de dividir o custo entre três ou quatro marcas. Com a Stellantis isso é muito fácil. Vai haver um Segmento B porque agora temos uma caixa de ferramentas onde ir buscar material e sinergias", complementou.


UOL Carros

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