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  • Redação

Acordo salva pastor-deputado que ficava com salário de assessores


O pastor deputado federal Silas Câmara (Republicanos) escapou ontem das consequências de um crime, pecado, que cometeu no primeiro dos seus sete mandatos parlamentares.


Silas ficava com parte do salário de servidores de seu gabinete, foi denunciado, negou (mentiu), mas uma reviravolta milagrosa o livrou da penitência.

É que ele poderia ser preso, devolver, corrigido, o dinheiro e ainda perder o mandato.


O caso é o que se pode chamar de rachadinha, o mesmo praticado por Flávio, filho do atual presidente da República, Jair Bolsonaro.

O caso de Silas estava sendo julgado no Supremo Tribunal Federal (STF).


Prescrição

Mas que na véspera do processo prescrever, hoje, um acordo proposto pelo parlamentar o livrou das punições.


No entanto, para conseguir o perdão, aqui na terra, Silas precisou confessar que há muito mentia ao negar que havia cometido o crime.

Assim, o deputado confessou ter desviado verbas de gabinete que seriam destinadas ao pagamento de assessores, entre 2000 e 2001. Além disso, teve que assumir que usava servidores públicos como empregados de sua casa.


O acordo foi firmado entre Silas e a Procuradoria Geral da República e foi abençoado pelo ministro Luís Barroso, relator do processo.


Mas, para escapar de vez da ação, Silas Câmara terá de pagar uma multa de R$ 242 mil em até 30 dias.


No acordo, o ministro disse entender não ser cabível acordo nesses moldes após o recebimento da denúncia, mas que, a um dia da prescrição, “o acordo se apresenta como a via mais adequada para minimizar os prejuízos ao erário”.


*BNC

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